sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Editora Velino abre vagas remuneradas

Confira as vagas disponíveis:

Pernambuco
Vendas Externas - com experiência (05 vagas);
Design Gráfico - Júnior - Estágio (01 vaga);
Jornalismo/Produção Textual - Estágio - Nível Superior Incompleto (01 vaga);
Copydesk (Corretor Ortográfico) - Nível Superior (01 vaga);

Rio Grande do Norte
Vendas Externas - com experiência - Natal - RN (03 vagas);
Vendas Externas - com experiência - Mossoro - RN (02 vagas);

Paraíba
Vendas Externas - com experiência - João Pessoa - PB (02 vagas);
Vendas Externas - com experiência - Campina Grande - PB (02 vagas);

Sergipe
Vendas Externas - com experiência - Aracaju - SE - (02 vagas);

Maranhão
Vendas Externas - com experiência -São Luis - MA (01 vaga);

Os interessados deverão enviar o currículo (com foto) para o e-mail:
redacao@editoravelino.com.br - até 13 de Fevereiro.

Os pré-selecionados serão entrevistados.

sábado, 30 de janeiro de 2010

...

Pequenas e sinuosas nuvens passavam sem alvoroço. Sentia o vento suave entre meus dedos, enquanto tentavam alcançar as graciosas formas que deslizavam lá no céu.

As crianças continuavam se divertindo com os cães que latiam sem que eu pudesse ouvi-los.

Quis ser como elas.

Pareciam viver.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Abujamra fala da morte em peça inédita no Recife

Do Caderno C - Jornal do Commercio

Um dos maiores mitos do teatro brasileiro aporta no Recife para dois dias de espetáculos. O ator, diretor, escritor e tradutor Antonio Abujamra apresenta, sábado (23) e domingo (24), a montagem inédita no Brasil, Começar a terminar. A peça acontece às 20h30, no Teatro Barreto Júnior.

Conhecido por ser amante da obra do autor alemão Bertolt Brecht, Abujamra deixa de lado a quebra da quarta parede e investe no absurdo do dramaturgo irlandês Samuel Beckett.

» Confira a programação do festival

Aos 77 anos, sendo 58 destes dedicados ao teatro, nesta montagem o ator encarna a essência beckettiana e aborda um tema tão misterioso como ele: a morte. A influência do irlandês se evidencia através de palavras de personagens criados em diferentes momentos, tais quais Krapp, Lucky, Molloy, Clov, Hamm, Watt, Malone e Vladimir. Dividindo o palco com os atores Miguel Hernandez e Nathália Corrêa, Começar a Terminar é uma reunião de textos pouco conhecidos de Beckett. Segundo Abujamra, a peça se baseia na encenação de trechos considerados essenciais da obra do autor, feita pelo também irlandês Jack MacGowran.

Inspirado nesta atuação de 1970, Antonio Abujamra escreveu e dirigiu a peça que mostra um homem à beira da morte contando histórias fascinantes. A montagem revela fragmentos sobre a iminência do fim como Ato sem palavras 1, From an abandonned work of art e o monólogo do personagem Lucky em Esperando Godot.

Com produção da Companhia Anjos Pornográficos (SP), o espetáculo tem cenografia de J.C.Serroni, figurino de Hugo Rodas e direção musical de André Abujamra, filho de Antonio.

Serviço
O teatro fica na Rua Estudante Jeremias Bastos, s/n, Pina. A entrada é franca, com ingressos distribuídos uma hora antes da apresentação.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Encontro de Bonecos Gigantes homenageará o Maestro Forró

O 23º Encontro de Bonecos Gigantes de Olinda irá homenagear o Maestro Forró. O artista plástico Sílvio Botelho, conhecido como o "pai dos bonecos gigantes", está quase terminando o boneco do maestro, que terá 3 metros e 20 centímetros e desfilará na frente do bloco. Outros 15 novos bonecos representarão os músicos da Orquestra Popular da Bomba do Hemetério, que se apresentará na festa.

O encontro, que acontece na Terça-feira Gorda (16 de fevereiro) já é tradicional no Carnaval de Olinda. A concentração será no Largo do Guadalupe, às 10h. O evento conta com o apoio da Prefeitura de Olinda.
Fonte: Jc Online

Sem novidades, Carnaval do Recife divulga atrações

Depois de muita expectativa, a Prefeitura do Recife divulgou na manhã desta quinta (21), as atrações do Carnaval Multicultural deste ano. Com um orçamento previsto para ficar em R$ 29 milhões, sendo R$ 7 milhões captados de patrocinadores e apoiadores, e ao contrário do que se especulou, nenhuma grande atração foi anunciada. E mais: praticamente todos os nomes não são inéditos em shows no Carnaval ou em palcos da cidade. Entre os velhos conhecidos estão Nação Zumbi, Eddie, Elba Ramalho, Lenine, Otto, Fernanda Takai e Tom Zé.

A banda NX Zero, favorita entre os adolescentes, é a atração de maior destaque por agregar um público diferente do perfil carnavalesco. Ainda se apresentam outros nomes do pop-rock, como as pernambucanas Volver e Mombojó, esta última com novo trabalho prestes a sair. Karina Buhr, é outra aposta no cenário musical que se apresenta no Carnaval.

Recife terá 16 polos este ano, oito deles no centro da cidade. Na proposta de descentralização, alguns nomes de peso tocarão em bairros e não no palco principal no Marco Zero. É o caso da Nação Zumbi, que toca em Chão de Estrelas e na Várzea, ja NX Zero se apresenta apenas em Casa Amarela.

Mais algumas outras atrações deste ano: Nonô Germano, Spok Frevo Orquestra, Maestro Forró, Alessandra Leão, Silvério Pessoa, Quinteto Violado, Antônio Nóbrega, Sá Grama, Antúlio Madureira, Karina Buhr, DJ Dolores, Rogerman, Reginaldo Rossi, Selma do Coco, Nando Cordel, Nena Queiroga, DJ Dolores e Zeca Pagodinho.

REC-BEAT - As esperanças de novidades nas atrações do Carnaval caem agora sobre o Rec Beat, o palco localizado na Cais da Alfândega, em frente ao Rio Capibaribe. As atrações internacionais, Cabezas de Cera e Puerto Candelaria já tinha sido anunciadas. Além de Stella Campos, cantora ligada ao mangue-beat, que lançou elogiado novo disco ano passado.

Na coletiva de hoje, novos nomes surgiram, o belga Mandesuyu e o rapper mineiro Renegado. Este último tem recebido muita atenção da mídia especializada e é tido como aposta no cenário musical. A Banda de Joseph Tourton e Diversitrônica também foram anunciados. A coletiva com a programação completa será próxima terça (26).
Fonte: Jc Online
Foto: Divulgação

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

‘Onde vivem os monstros’ é mergulho emocional na infância

Max é um garoto confuso. Do alto de seus nove anos de idade, não consegue lidar muito bem com a sua própria raiva. Depois de ficar bravo com a mãe que leva um namorado para casa, ele veste a fantasia de lobo com a qual costuma perseguir o cachorro da família e arranja uma confusão: chega a morder a mãe e foge de casa logo em seguida. No meio do mato, encontra um barco e sai para navegar, chegando a uma ilha estranha, cheia de monstros assustadores.

Carol e Max em 'Onde vivem os monstros': carisma compartilhado. (Foto: Divulgação)

O enredo de “Onde vivem os monstros”, que estreia no Brasil nesta sexta-feira (15), pode não parecer o mais elaborado possível, mas o charme do filme não está especificamente na história que ele conta. Baseado no livro infantil homônimo de Maurice Sendak – cultuado nos EUA e desconhecido no Brasil – o longa é belo e delicado como as ilustrações que fizeram a fama da sua contraparte impressa.

Com apenas nove sentenças no total, o livro sempre foi tido como “inadaptável” para o formato de longa-metragem – seu histórico inclui uma tentativa frustrada de virar desenho animado pela Disney na década de 1980. O grande mérito do diretor Spike Jonze (ao lado do escritor e co-roteirista Dave Eggers) é respeitar profundamente o material original e preencher as lacunas com imaginação.

Personalidades

Jonze procura expandir a trama, dando nomes e personalidades aos monstros, da mesma forma que o próprio Sendak (que produz e supervisiona o filme) havia feito com o libreto versão operística do livro. Assim nascem o calado e distante Bernard, a amável e provocativa KW, a irritante e pessimista Judith e o único personagem que concorre em atenção com o próprio Max na tela, o carismático e impulsivo Carol.

Apesar de ser uma fábula, “Onde vivem os monstros” não é fácil e nem bobo - em alguns momentos de descontrole dos monstros, chega a ser assustador. Max Records (o ator principal, hoje com 12 anos, é homônimo do personagem) embarca em uma montanha-russa de sentimentos, e consegue comunicar cada um deles com poucas palavras, olhares certeiros e silêncios expressivos.

Os aspectos técnicos contribuem muito também para o sucesso do filme. Em nenhum momento o espectador para para se questionar a respeito da verossimilhança das criaturas que vê na tela – elas parecem tão naturais quanto o cenário, e não bonecos animados com toques de computação gráfica. Essa capacidade de ilusão, ao lado de uma fotografia magistral, faz o espectador mergulhar na psiquê de Max e se perder na fantasia da terra selvagem.

Trilha sonora

Complementando o arrebatamento visual, a trilha sonora assinada por Karen O (do Yeah Yeah Yeahs) ajuda a absorver melhor os estados emocionais do filme. Assim como os personagens de Sendak, cada faixa representa um sentimento, da anárquica “Rumpus” à melancólica “Worried shoes”, bela versão de uma das composições mais tristes de Daniel Johnston.

“Onde vivem os monstros” não se enquadra bem no chavão de que “é um filme para adultos e crianças”. Na verdade, ao apoiar toda a narrativa na perspectiva de Max e seus sentimentos conflitantes, Jonze faz com que os espectadores adultos regridam até os seus nove anos de idade – se preferir, o clichê neste caso é de que se trata de um filme que “vai fazer você se sentir como criança novamente”. Deixe o selvagem dentro de você aflorar e participe da bagunça.

Amauri Stamboroski Jr.
Do G1, em São Paulo

Filme destaca parceiro de Gonzagão e história do baião

O baião vem debaixo do barro do chão, já dizia Gilberto Gil numa de suas belas canções, inspirada certamente em seu mestre Luiz Gonzaga (1912-1989). O baião teve um rei famoso (o pernambucano Gonzaga) e um “doutor”, o compositor e poeta cearense Humberto Teixeira (1915-1979), que permaneceu à sombra do parceiro de tantos clássicos como "Asa Branca" e "Assum Preto". Teixeira - um dos pioneiros na defesa do direito autoral no Brasil - nunca reivindicou para si a invenção de um dos gêneros mais populares do Brasil junto com o samba. Mas o documentário "O Homem Que Engarrafava Nuvens", de Lírio Ferreira, que estreia amanhã no Cinema da Fundação, contribui para jogar luz sobre a identidade desse “homem invisível”, mas principalmente traça a rota do baião.

Não por acaso, a primeira imagem do filme é uma alameda do cemitério onde Teixeira está enterrado (e recebe uma visita da filha Denise Dummont, produtora do documentário) e a trilha sonora é a canção "Légua Tirana". É um road movie, confirma Ferreira, e o baião é a música do êxodo, da migração. Portanto, do vaqueiro paramentado que desbrava picadas na mata a um passeio de bicicleta do talking head David Byrne pelas ruas pavimentadas de Nova York - da origem de seu universo à explosão da supernova -, a estrada simboliza o baião em movimento.

“É também um filme sobre uma época”, diz Ferreira. “Tem esse mote de ser um período de pós-guerra, o samba entrou em decadência e de 1945 a 1954 o baião assumiu como o grande gênero brasileiro.” É um período ao qual especialistas se referem como o da transição entre o samba-canção e a bossa nova. “Papai não se incomodava de não ter o nome creditado pelo povo em relação a suas canções. O que o deixava contrariado era o fato de os historiadores ignorarem a importância e o sucesso que o baião tiveram naquele período”, diz Denise Dummont. “O baião pode ser o elo perdido entre o samba-canção e a bossa nova”, sugere a atriz.

Há também imagens raras do Rio antigo, de um encontro de Gonzaga e Teixeira, além dos Mutantes, Raul Seixas e trechos de outros filmes, resultado de minuciosa pesquisa de Antonio Venâncio, projeto desenvolvido desde 2002. A voz de Teixeira narrando a própria história foi extraída de duas entrevistas, uma para o pesquisador cearense Miguel Ângelo de Azevedo, o Nirez, e outra para a Rádio JB.

O baião colocou o Nordeste na moda nos centros urbanos do Sudeste - com o crescimento da mão de obra dos migrantes e a força do canto de Luiz Gonzaga e Carmélia Alves. Como diz o compositor Otto no documentário, “Humberto era a pólvora e Gonzaga era o canhão. Quando os dois se juntavam... bum!!!!” O pavio se reacende no documentário “colocando Teixeira no tempo dele”, nas palavras do diretor.

Fonte: Agência Estado

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Bibi canta e encanta, em papel de Piaf

Quem estará no próximo fim de semana em Pernambuco é a atriz Bibi Ferreira, interpretando os sucessos da cantora Edith Piaf. Dizem que a beleza da atriz no papel de Piaf é tamanha, que chega a transportar a platéia aos tempos em que a cantora francesa se apresentava.

A peça chama-se "Bibi canta e conta Piaf" e será apresentada nos dias 16/01 (às 21h) e 17/01 (às 20h), no teatro da UFPE. Ingresso - R$ 120 e R$ 60 (meia) platéia | R$ 80 e R$ 40 (meia).



Confira Bibi Ferreira, em "La Vie En Rose", de Piaf.




Quem foi Edith Piaf

Edith Piaf (Édith Giovanna Gassion) nasceu em Paris, França no dia 19 de dezembro de 1915 e faleceu em Grasse, França no dia 10 de outubro de 1963. Foi uma cantora francesa de música de salão e variedades, mas foi reconhecida internacionalmente pelo seu talento no estilo francês da chanson. Seu canto expressava claramente sua trágica história de vida. (foi viúva por 3 vezes) Entre seus maiores sucessos estão "La vie en rose" (1946), "Hymne à l'amour" (1949), "Milord" (1959), "Non, je ne regrette rien" (1960). Participou de peças teatrais e filmes. Em junho de 2007 foi lançado um filme biográfico sobre ela, chegando ao cinemas brasileiros em agosto do mesmo ano com o título "Piaf - Um Hino Ao Amor" (originalmente "La Môme", em inglês "La Vie En Rose"), direção de Olivier Dahan.

Édith Piaf está enterrada na mais célebre necrópole parisiense, o cemitério do Père-Lachaise. Seu sepultamento foi acompanhado por uma multidão poucas vezes vista na capital francesa. Hoje, seu túmulo é um dos mais visitados por turistas do mundo inteiro.

Fonte: Letras.com.br

Confira abaixo um vídeo, em que Piaf canta "La Vie en Rose".


quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Diversos lançamentos relembram Elvis Presley

A gravadora Sony vai relançar todos os álbuns da carreira de Elvis Presley. Se estivesse vivo, o cantor completaria 75 anos nesta sexta-feira, 08. O relançamento da discografia de Elvis deve ocorrer primeiro nos Estados Unidos. Ainda não há previsão para os álbuns chegarem ao Brasil.

Além disso, outro lançamento é a compilação “Elvis 75: Good Rockin’ Tonight”, da Legacy Records. A coletânea será lançada em uma caixa especial contendo 100 músicas em quatro CDs e um livro com 80 páginas. Além de fotos de toda a carreira, o livro terá textos assinados pelo jornalista norte-americano Billy Altman, colaborador das revistas New Yorker e Rolling Stone.

Também chega às lojas em comemoração aos 75 anos de nascimento de Elvis a biografia “Baby, Let’s Play House”, escrita por Alanna Nash. O foco do livro são os relacionamentos amorosos do cantor, trazendo diversas fotos de Elvis e algumas das mulheres de sua vida.

Depois da homenagem aos Beatles, a trupe circense Cirque du Soleil prepara um espetáculo sobre a vida do cantor chamada “Viva Elvis”. A estréia do show está prevista para este mês, em Las Vegas.

Durante os próximos dias diversos eventos ao redor do mundo vão relembrar a obra e a vida do Rei do Rock. Uma das grandes festas será realizada na mansão Graceland, em Memphis, com a presença da viúva Priscilla Presley e da filha do cantor, Lisa Marie.

Elvis Presley nasceu em 08 de janeiro de 1935, em East Tupelo, no estado do Mississippi.


Eduardo Guimarães

Redação TDM (Território da Música).

Foto: Reprodução

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Naná Vasconcelos começa os batuques para o Carnaval do Recife

Os ensaios para a tradicional abertura do Carnaval do Recife, que reúne dezenas de maracatus sob o comando de Naná Vasconcelos desde 2002 no Marco Zero, começam nesta quarta-feira (6).

Os encontros acontecem nas sedes das agremiações, às quartas, quintas, sábados e domingos até chegar o Carnaval. Nas sextas-feiras, o público pode acompanhar a evolução do ensaio, que serão realizadas na Rua da Moeda, a partir das 19h.

Nos dias 9 e 10 de fevereiro, dois ensaios gerais serão abertos ao público, às 19h, no Marco Zero.

Confira a programação dos ensaios:

Dia 6/1: Aurora Africana
Rua Av. 2, 3C, Vila Rica – Cohab III, Jaboatão

Dia 7/1: Almirante do Forte
Estrada do Bongi, 1319, Recife

Dia 8/1: Encanto do Pina
Rua Osvaldo Machado 320 Pina Recife

Dia 9/1: Leão da Campina
Colégio Maria Sampaio de Lucena, UR 1, Ibura

Dia 13/1: Nação de Luanda
Av. Joaquim Nabuco, 150, Olinda

Dia 14/1: Nação Porto Rico
Rua Eurico Vitrúvio, 483, Pina - Recife

Dia 16/1: Cambinda Africana
Escola Municipal Antonio Heráclito do Rego – Rua Manoel Silva 134, Água Fria, Recife

Dia 17/1: Estrela Brilhante de Recife
Rua Seis – 133 Alto José do Pinho, Clube Bom Sucesso, Recife

Dia 20/1: Nação Elefante
Rua Riolândia 504, Água Fria, Recife

Dia 21/1: Sol Nascente
Rua Raul Pompéia 462, Água Fria, Recife

Dia 23/1: Raiz Pai Adão
Rua Estrada Velha de Água Fria, Recife

Dia 27/1: Axé da Lua
Rua Cardoso Moura 106, Peixinhos, Olinda

Dia 28/1: Cambinda Estrela
Rua Marcilio Dias 14 Chão de Estrela. Terminal do Ônibus, Recife

Dia 30/1: Nação Leão Coroado
Rua José Dias de Morais, 106, Águas Compridas, Olinda

Dia 31/1: Encanto do Dendê
Rua Antonio Antão de Carvalho Reis, 11, Nova Descoberta

Dia 3/2: Gato Preto
Rua Lage Grande, 155, Alto dos Coqueiros, Recife

Dia 4/2: Encanto da Alegria
Rua Coremais, 40, Mangabeira, Recife
Fonte: Jc Online

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Janeiro de Grandes Espetáculos

Aproveite a grande programação do “Janeiro de Grandes Espetáculos” e vá assistir a uma peça. Afinal, é sempre bom ir ao teatro.

"Teatro é ao vivo. Vá ver." VEJA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA.

domingo, 3 de janeiro de 2010

Estudioso encontra pista sobre o mistério da orelha de Van Gogh

O mistério por trás da mutilação mais famosa da história da arte está prestes a ser revolvido. Segundo o Times Online, o estudioso Martin Bailey encontrou evidências que indicam que Vincent Van Gogh cortou a própria orelha depois de saber que seu irmão Theo, de quem dependia financeiramente e emocionalmente, estava prestes a se casar.

Martin Bailey, que escreveu um livro sobre Van Gogh e foi curador de duas exposições do pintor, desenvolveu a teoria após um meticuloso trabalho de investigação em cima de uma carta que Theo escreveu em dezembro de 1888 com a notícia de seu noivado.

"Vicent estava com medo de perder o apoio emocional e financeiro de seu irmão", disse Bailey na edição de janeiro do The Art Newspaper.

Há várias teorias sobre a automutilação. Alguns dizem que ele tinha uma doença mental e outros acreditam que ele enlouqueceu com o uso de chumbo em suas pinturas. O fim da amizade de Van Gogh com o artista Paul Gauguin também é citado.

Acadêmicos da Universidade de Hamburgo acreditam que Van Gogh cortou a orelha em uma disputa com Gauguin por uma prostituta chamada Rachel.

Van Gogh comprovou sua instabilidade mental quando, 19 meses após cortar a própria orelha, ele atirou em seu peito e morreu dois dias depois por causa do ferimento.

Vi no Terra.
Foto: Autorretrato de Vincent Van Gogh que mostra sua orelha mutilada. Divulgação.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

RRH recebe ótimos artigos

O nível dos artigos recebidos para a RRH (Revista Revivendo a História), está muito bom!

São autores de diversos estados: Maranhão, Rio Grande do Norte, Sergipe e Pernambuco. Que participarão desta primeira edição, com matérias especiais e artigos.

Em relação aos artigos, no próximo dia 21 de dezembro, os autores selecionados para a primeira edição serão divulgados.

Confira abaixo os artigos recebidos pelo Conselho Editoral:

Artigo: ÉTICA, VIOLÊNCIA E HISTÓRIA.
Autor: Michel Zaidan.
Doutor em Historia Social pela USP, Cientista político, Docente da Universidade Federal de Pernambuco, autor de diversos livros.

Artigo: História e culturas indígenas no currículo escolar: a Lei nº. 11.465/2008.
Autor. Edson Silva.
Doutor em História Social pela UNICAMP. Pesquisador do Núcleo de Estudos e Debates sobre a América Latina-NEDAL/UFPE; Sócio Benemérito do Instituto Histórico e Geográfico de Igarassu. Leciona História no Colégio de Aplicação, Centro de Educação - UFPE.

Artigo: TABOCAS: O PRECURSOR DA INDEPENDÊNCIA: Como a Batalha travada no interior de Pernambuco influenciou na expulsão dos holandeses do Brasil
Autor: Tadeu Prado.
Historiador, especialista em História de Pernambuco.

Artigo: MAÇONARIA: MITOS E VERDADES.
Autor: Marcelo Hermínio.
Mestre em Arqueologia. Professor Universitário.

Artigo: MUSEU, MEMÓRIA E SILÊNCIO: A CASA-MUSEU MESTRE VITALINO.
Autor: Moysés M. de Siqueira Neto.
Formado em História pela UFPE. Mestrando em Memória Social e Patrimônio Cultual/ UFPel (Universidade Federal de Pelotas).Bolsista CAPES.

Artigo: O preço da delação: um relato de vingança, feitiçaria e morte no Maranhão setecentista.
Autora: Fernanda Cristina Vale
. Graduanda do curso de História da Universidade Federal do Maranhão.

Artigo: OS POVOS INDÍGENAS NA HISTÓRIA: UMA INTRODUÇÃO
Autora: Elianalba Rodrigues de Queirós. Historiadora pela Faculdade de Formação de Professores de Goiana (FFPG). Leciona História na Rede Oficial do Estado de Pernambuco. Sócia efetiva do Instituto Histórico e Geográfico de Igarassu (IHGIg).

Artigo: TEJUCUPAPO: MARCO DA RESISTÊNCIA DAS MULHERES PARA EXPULSÃO DO HOLANDÊS INVASOR.
Autor: Eraldo Gomes de Oliveira.
Especialista em: História de Pernambuco (UFPE); Metodologia do Ensino Superior de História (UFRPE); História das Américas (FFPG). Licenciado em Física (UFPE). Sócio do Centro de Estudos de História Municipal (CEHM) e do Instituto Histórico e Geográfico de Igarassu (IHGIg).

Artigo: Estratégias de sobrevivência: Alianças, politicagens e conspirações em Pernambuco durante a Ditadura Civil - Militar de 1964.
Autora: Karem Almeida.
Graduada em História pela UFPE, com Pós-graduação em Psicopedagogia. Atualmente cursa Cinema na UFPE e pesquisadora do período das Ditaduras Civis-Militares no Cone-Sul. Leciona História do Brasil.

sábado, 14 de novembro de 2009

Edital de Convocação - Editora Velino

A Editora Velino, órgão responsável pela publicação da Revista Revivendo a História, periódico de caráter histórico-informativo, convoca, através do presente Edital, os escritores, professores, pesquisadores, historiadores ou interessados na publicação de artigos na Revista Revivendo a História, a ser publicada em Janeiro de 2010, a enviar Artigos com conteúdo histórico, com objetivo de ser publicado em nossa Revista. A Editora Velino receberá as propostas de publicação até o dia 12 de dezembro de 2009, devendo os artigos seguir as seguintes diretrizes:


1 – Os artigos deverão estar digitados em Microsoft Word, em fonte Times New Roman, tamanho 12 e ter no mínimo 01 lauda e máximo 03 laudas.

2 – Não há restrição de assunto/tema, contudo todos os artigos deverão tratar da História do Povo Nordestino, podendo o assunto ser referente a uma cidade especifica ou não.

3 – Os artigos deverão ser enviados via internet, em anexo, para o Email: redacao@editoravelino.com.br, no Assunto colocar “ARTIGO PARA REVISTA REVIVENDO A HISTORIA”.

4 – Os artigos deverão ser de própria autoria; na necessidade de citações, informar seguindo as Regras da ABNT. Em caso de plágio, o infrator se responsabilizará pelo ato e responderá judicialmente pelo mesmo.

5 – Ao enviar os Artigos, o autor deverá colocar no corpo do email: Nome Completo e Telefone para Contato.

6 – Os artigos serão analisados pelo nosso Conselho Editorial, composto por Escritores, Pesquisadores e Historiadores.

7 – Os autores dos Artigos aprovados serão comunicados via email e/ou telefone, sendo convidado a assinar o Termo de Autoria e de Autorização de Publicação, no escritório da Editora Velino; em caso de autores de outras cidades, os mesmos receberão os referidos termos via correios para a devida autorização.

8 – Os autores com artigos aprovados receberão 20 exemplares da Revista Revivendo a História, a titulo de Direito Autoral.

Vitória de Santo Antão – PE, 12 de Novembro de 2009.

Conselho Editorial
Editora Velino

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Quem foi Lévi-Strauss?


Lévi-Strauss nasceu em Bruxelas, em 1908, e completaria 101 anos no próximo mês. De acordo com seus colegas da Escola de Estudos Sociais, ele morreu na madrugada do domingo. Formado como filósofo, o intelectual alcançou a fama com seu livro "Tristes Trópicos", de 1955, um relato do período em que viveu no Brasil, bem como das expedições que fez ao norte do Paraná, Mato Grosso e Goiás, onde conviveu com tribos indígenas. O livro é considerado um dos mais importantes do Século 20.

O antropólogo era um proponente do estruturalismo, teoria que busca descobrir os padrões primitivos e escondidos do pensamento que acredita-se determinam a realidade externa da cultura humana e das relações. O estruturalismo também era, Lévi-Strauss gostava de dizer, "a busca por harmonias insuspeitas".

A academia francesa e a elite cultural se mobilizaram para prestar homenagens a Lévi-Strauss com um programa de filmes, leituras e reflexões sobre sua contribuição ao pensamento moderno. Entre as mais incisivas conclusões do trabalho do antropólogo está a ideia de que não existem diferenças fundamentais entre os sistemas de crenças e mitos dos chamados povos "primitivos" e os sistemas das modernas sociedades ocidentais. As informações são da Dow Jones.

Bibliografia publicada no Brasil

• Tristes Trópicos (Companhia das Letras, 1996)
• As Estruturas Elementares do Parentesco (Vozes, 2003)
• Antropologia Estrutural (Vol. 1) (Cosac Naify, 2008)
• Antropologia Estrutural (Vol. 2) (Tempo Brasileiro, 1993)
• O Pensamento Selvagem (Papirus, 2005)
• Sociologia e Antropologia, de Marcel Mauss (introdução de Claude Lévi-Strauss, Cosac Naify, 2003)
• O Cru e o Cozido - Mitológicas (Cosac Naify, 2004)
• Do Mel às Cinzas - Mitológicas (Cosac Naify, 2005)
• A Origem dos Modos à Mesa - Mitológicas (Cosac Naify, 2006)
• O Homem Nu - Mitológicas (Cosac Naify, 2009)

Fonte: Agencia Estado

Morre o francês Claude Lévi-Strauss, pai da Antropologia Moderna

O antropólogo francês Claude Lévi-Strauss faleceu, informou hoje a Academia Francesa. Lévi-Strauss era considerado o pai da antropologia moderna e tinha 100 anos. Entre seus livros mais famosos estão "Tristes trópicos", "Antropologia estrutural" e "O cru e o cozido".

Na década de 1930, Lévi-Strauss veio ao Brasil, ensinando por um período na Universidade de São Paulo (USP).
Fonte: Agencia Estado.
Foto: UNESCO.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Vitória realiza sua 1ª Conferência de Cultura

Com o objetivo de subsidiar o Município da Vitória de Santo Antão, bem como seus respectivos órgãos gestores da área cultural na definição de diretrizes para elaboração do Plano Municipal de Cultura e identificar fortalecendo a transversalidade da Cultura em relação às políticas Públicas nos três níveis de governo (municipal, estadual e federal), o Prefeito Elias Lira (DEM) convocou através do Decreto nº 055/2009 a I Conferência Municipal de Cultura, sob a coordenação do Secretário de Cultura, Turismo e Esportes, Dr. Paulo Roberto.

A primeira Conferência sobre Cultura em Vitória acontece nesta quinta-feira (29), a partir das 13:00 horas, no Colégio N. Sa. da Graça (Damas), localizado na Rua Melo Verçosa - Matriz.

Para o Diretor de Cultura, Pedro Ferrer, este fórum participativo reúne artistas, produtores, gestores, conselheiros, empresários, patrocinadores, pensadores e ativistas da cultura e a sociedade em geral. "Será o momento de mapear a produção cultural de Vitória de Santo Antão, discutir suas peculiaridades, contradições e necessidades estabelecendo prioridades e metas para o futuro", sinalizou.

Este evento é a etapa inicial para as Conferências de Pernambuco e a nacional, que deverá ocorrer até o final do ano e em março de 2010, respectivamente.

O tema geral tratado é "Cultura, Diversidade, Cidadania e Desenvolvimento". Esse tema fundamenta a concepção que hoje compreende a cultura em três dimensões: simbólica, cidadã e econômica.

Informações com Hérika Araújo (Coordenadora de Cultura) através do telefone: 81.8522.5416. Ou o telefone deste Blog 81.8827.5780.

Vi no Blog A Voz da Vitória.


Literatura no cinema é tema do Sarau Plural

O Sarau Plural - que acontece toda última terça-feira do mês na Arte Plural Galeria - chega à quarta edição explorando o mundo da literatura no cinema. O encontro, aberto ao público, será nesta terça (27), às 19h.

O escritor e cineasta pernambucano Fernando Monteiro é o convidado do evento, do qual ainda participam o escritor Homero Fonseca, o músico Flávio Brayner e o ator Sérgio Gusmão.
A Arte Plural Galeria fica na Rua da Moeda, 140, Bairro do Recife. Outras informações pelo telefone 3424.4431.

Vi no JC Online

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Em 16 estados, salário de professores do ensino básico é inferior à média nacional

Pior salário está em Pernambuco (R$ 982), o melhor, no DF (R$ 3.360). Dados do MEC mostram remuneração média de educadores em 2008.


Levantamento realizado pelo G1 a partir de informações do Ministério da Educação (MEC) mostra que os professores da rede básica de educação de 16 estados recebem salário inferior à média nacional, de R$ 1.527 mensais.

Os professores do Distrito Federal são os mais bem remunerados – R$ 3.360, mais que o dobro da média brasileira. O Brasil tem 1,7 milhão de professores na rede básica de ensino.
Os números se referem a 2008 e estão em um levantamento elaborado pelo MEC sobre a folha de pagamento média de professores das redes públicas municipal e estadual nos 26 estados e no Distrito Federal. Os valores já incluem gratificações.

Números se referem a 2008 e estão em um levantamento elaborado pelo MEC sobre a folha de pagamento média de professores das redes públicas municipal e estadual nos 26 estados e no Distrito Federal

Em 2003, a média nacional era de R$ 994, o que revela um crescimento de R$ 53,6% na renda dos professores nos últimos cinco anos. Em relação a 2003, quando 19 estados remuneravam seus professores com valores inferiores à média nacional, houve uma pequena melhora dos salários.

O levantamento do MEC sobre a folha de pagamento dos educadores também mostra que o professor de Pernambuco é o profissional que recebe a pior remuneração: R$ 982. Em comparação com os R$ 3.360 mensais de média recebidos pelos professores do Distrito Federal, a diferença é de 242%.

Há cinco anos, os professores do Piauí, com R$ 539, tinham a pior remuneração, enquanto os profissionais de Pernambuco recebiam R$ 701. De 2003 até 2008, os educadores do Piauí viram a sua remuneração dobrar – hoje é de R$ 1.105 – enquanto os profissionais pernambucanos tiveram apenas R$ 281 de aumento.

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Vi no G1.

.. já um vizinho nosso:

Uruguai conclui distribuição de um laptop para cada aluno da escola primária

País foi o primeiro a concluir projeto voltado a escolas públicas. Cerca de 70% dos laptops foram para crianças que não tinham computador

O Uruguai se tornou o primeiro país a concluir um projeto de distribuição de laptop para cada aluno de escolas públicas primárias. Nos dois últimos anos, diz a BBC, 362 mil estudantes e 18 mil professores foram beneficiados pelo plano chamado Ceibal, baseado nos computadores XO. O projeto de Nicholas Negroponte era conhecido anteriormente como o “laptop de US$ 100” -- cada máquina custou ao Uruguai, no entanto, cerca de US$ 260.

Ainda de acordo com a BBC, 70% dos laptops foram entregues a crianças que não tinham computadores em casa.

Professora e alunos usam os computadores XO durante as atividades em sala de aula. Nos dois últimos anos, 362 mil estudantes da escola pública primária do Uruguai receberam os laptops XO – 70% deles não tinham computadores em casa. (Foto: Reuters)

O Brasil tem um projeto parecido, chamado “Um Computador por Aluno”, que já teve dois pregões – no final de 2007 e final de 2008 -- para a escolha dos 150 mil notebooks populares a serem entregues para 300 escolas públicas. Apesar de o pregão de dezembro de 2008 ter apontado a vitória do Mobilis, da indiana Encore, o projeto ainda não foi colocado em prática. Pelo pregão, cada máquina sairia a R$ 553.

Computadores nas caixas, antes de serem entregues aos alunos de escolas públicas. Projeto foi concluído nesta semana: agora,
todo estudante da escola pública primária do Uruguai tem seu próprio laptop XO, que pode ser levado para casa. (Foto: Reuters)

Vi no G1.

sábado, 3 de outubro de 2009

Resultado do Sorteio dos livros de Sumaya Bittencourt

Até 8h de hoje, recebemos 32 inscrições para participar do sorteiro do livro "A Incólume Artesã..." de autoria de Sumaya Bittencourt. O resultado foi gerado de forma aleatória, através de sistema online. E os vencedores são:

1. André Luis Cruz Gouveia (andrecgouveia@gmail.com);
2. MAria Das Graças (mary_ta_oliveira@hotmail.com).

Os vencedores deverão enviar um email para arquiles@ipetrus.com.br informando o nome para a dedicatória da autora, e endereço completo para o envio do livro. Parabéns!
PS: Os internautas premiados, deverão tirar uma foto com o livro recebido e enviar para o nosso blog.

sábado, 26 de setembro de 2009

Sumaya Bittencourt, A Incólume Artesã...

A arte de Sumaya Bittencourt é de uma singularidade impressionante. Não só pela imensa qualidade indiscutível em seus versos, mas pela sua ousadia em publicá-los em livro. Sim! Publicar é de uma ousadia imensa. É abrir-se por inteiro para que desconhecidos mergulhem em seu interior sem estar preocupado com absolutamente nada. A autora e a obra vivem um verdadeiro paradoxo. De um lado, a autora afirma: “Nunca me disse poeta” do outro a obra descaradamente lhe contradiz, classificando-a não só como poeta, mas como uma daquelas que verdadeiramente exprimem o sentimento humano. Criar é inerente à vontade do homem, como ser. Criar algo com qualidade é outra história.

O livro de Sumaya está muito bom. São 38 poesias organizadas em quatro partes que complementam o seu título. Belamente ilustrado pelo André Macambira e publicado pela Editora Baraúna, sob supervisão editorial do escritor que vos fala e coordenado pelo escritor José Ricardo Paes Barreto.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

A GRANDE VIAGEM, por Sumaya Bittencourt

Quando falamos ou pensamos no vocábulo ‘viagem’, assomam-nos imagens de paisagens, hotéis, automóvel, avião... Lembramos lugares onde estivemos e ficamos a pensar em tantos outros que sonhamos conhecer.

Não sei você leitor, mas, o melhor da viagem está na volta para casa. Por melhor que haja sido, por mais divertido e interessante, ah... meu quarto, minha cama, minha privacidade, minha família...

Há pessoas, ao retornarem de uma dessas maravilhosas viagens, que comentam: “estava tão bom lá que, se pudesse não teria voltado”. Bem, há quereres e quereres. Não sei quão esplendoroso deva ser o lugar ao qual se referiam, eu não estive lá. Talvez, suas camas sejam desconfortáveis ou suas famílias sejam ninhos de cobras. Não importa. Algo que desconheço motivou-as a sentirem e falarem daquele jeito.

Uma outra classe de viajantes, distingue-se dos aqui mencionados. Esta, geralmente, viaja sem sair do lugar, embora, também tenha gastos, utilize passagens e transportes. Estão por aí circulando. Estes são os que fazem uso de substâncias que os levam para outro lugar sem que seja necessário sair do lugar. Podemos citar algumas dessas substâncias, como: anfetaminas, barbitúricos, maconha, cocaína, álcool, êxtase, crack... ufa... e outras. Toda uma gama de passagens e passaportes para os que optam por chegar a seus lugares preferidos. Só há um pequeno detalhe: muitas vezes, perdem-se no caminho e não têm direito à volta, ainda que assim o queiram.

Pensando bem e refletindo um pouco sobre essas coisas, cheguei a uma bela conclusão: A GRANDE VIAGEM está muito além de tudo isto. Dispensa malas e bagagens, gastos, passagens, transportes... É a mais excitante de todas! Seu instrumento é a mais louca sobriedade. Para realizá-la são necessários neurônios sadios e funcionais, atenção, sensopercepção, cognição..., tudo em seu devido lugar.

Fantasticamente, podemos desfrutar do inesgotável prazer da viagem à mente humana. Suas circunvoluções nos concedem a melhor das trilhas, sua profundidade o mais indescritível mergulho, as incógnitas a desvendar-se motivam-nos a uma constante e eterna viagem com idas e vindas, nunca sem volta. Mistério, surpresa e prazer fazem parte do roteiro da GRANDE VIAGEM À MENTE HUMANA.

Sumaya Bittencourt.
Poetisa. Autora do livro "A Incólume Artesã...", pela Editora Baraúna.

sábado, 8 de agosto de 2009

A novela mexicana do senado.

Nossos senadores fazem do Congresso um verdadeiro front de batalha. São como cães raivosos, doidos para dar bote em seus iguais. Enquanto isso nos, os telespectadores deste circo da mediocridade política, ficamos atônitos com a falta de respeito, não só entre eles, mas conosco que o creditamos poder, como representantes. Não sei quem é o pior: eles que estão lá, ou nós que os escolhemos, achando absolutamente normal o fato de políticos serem, como são.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Sobre a inveja.

O pior de todos os sentimentos é a inveja. Não que a irresponsabilidade dos atos seja creditada a ela, mas a sua falta de controle conduz as pessoas para que façam coisas absurdas. Num ambiente corporativo, por exemplo, é notória a falta de competência profissional dos que nutrem esse sentimento. Quando não se consegue o reconhecimento por seus próprios méritos, somado a evidência do profissionalismo de um outrem, o resultado são ações desorientadas da inveja. A ascensão de alguém, aos olhos de quem alimenta este sentimento, é no mínimo frustrante. É o ódio a superioridade, corroendo como ferrugem. O subconsciente trata de gerar o conflito: a dor em saber que sua incompetência não vai lhe proporcionar o reconhecimento por ela (ou para ela?) merecido, o resultado é o que a psicologia chama de formação reativa, mecanismo de defesa dos mais “fracos” contra os mais “fortes”, gerando a disputa por poder e status. O tempo perdido nessa batalha egocêntrica poderia ser aproveitado de outras formas, como por exemplo, no foco em suas virtudes e não nas virtudes de um outro. É neste momento que lembramos daquele velho ditado: “Inveja mata” e mata mesmo.