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Editora Velino

Bibliografia publicada no Brasil
• Tristes Trópicos (Companhia das Letras, 1996)
• As Estruturas Elementares do Parentesco (Vozes, 2003)
• Antropologia Estrutural (Vol. 1) (Cosac Naify, 2008)
• Antropologia Estrutural (Vol. 2) (Tempo Brasileiro, 1993)
• O Pensamento Selvagem (Papirus, 2005)
• Sociologia e Antropologia, de Marcel Mauss (introdução de Claude Lévi-Strauss, Cosac Naify, 2003)
• O Cru e o Cozido - Mitológicas (Cosac Naify, 2004)
• Do Mel às Cinzas - Mitológicas (Cosac Naify, 2005)
• A Origem dos Modos à Mesa - Mitológicas (Cosac Naify, 2006)
• O Homem Nu - Mitológicas (Cosac Naify, 2009)
Fonte: Agencia Estado
O antropólogo francês Claude Lévi-Strauss faleceu, informou hoje a Academia Francesa. Lévi-Strauss era considerado o pai da antropologia moderna e tinha 100 anos. Entre seus livros mais famosos estão "Tristes trópicos", "Antropologia estrutural" e "O cru e o cozido".
Com o objetivo de subsidiar o Município da Vitória de Santo Antão, bem como seus respectivos órgãos gestores da área cultural na definição de diretrizes para elaboração do Plano Municipal de Cultura e identificar fortalecendo a transversalidade da Cultura em relação às políticas Públicas nos três níveis de governo (municipal, estadual e federal), o Prefeito Elias Lira (DEM) convocou através do Decreto nº 055/2009 a I Conferência Municipal de Cultura, sob a coordenação do Secretário de Cultura, Turismo e Esportes, Dr. Paulo Roberto.
O Sarau Plural - que acontece toda última terça-feira do mês na Arte Plural Galeria - chega à quarta edição explorando o mundo da literatura no cinema. O encontro, aberto ao público, será nesta terça (27), às 19h.
O escritor e cineasta pernambucano Fernando Monteiro é o convidado do evento, do qual ainda participam o escritor Homero Fonseca, o músico Flávio Brayner e o ator Sérgio Gusmão.
A Arte Plural Galeria fica na Rua da Moeda, 140, Bairro do Recife. Outras informações pelo telefone 3424.4431.
Vi no JC Online
Levantamento realizado pelo G1 a partir de informações do Ministério da Educação (MEC) mostra que os professores da rede básica de educação de 16 estados recebem salário inferior à média nacional, de R$ 1.527 mensais.
Os professores do Distrito Federal são os mais bem remunerados – R$ 3.360, mais que o dobro da média brasileira. O Brasil tem 1,7 milhão de professores na rede básica de ensino.
Os números se referem a 2008 e estão em um levantamento elaborado pelo MEC sobre a folha de pagamento média de professores das redes públicas municipal e estadual nos 26 estados e no Distrito Federal. Os valores já incluem gratificações.
Em 2003, a média nacional era de R$ 994, o que revela um crescimento de R$ 53,6% na renda dos professores nos últimos cinco anos. Em relação a 2003, quando 19 estados remuneravam seus professores com valores inferiores à média nacional, houve uma pequena melhora dos salários.
O levantamento do MEC sobre a folha de pagamento dos educadores também mostra que o professor de Pernambuco é o profissional que recebe a pior remuneração: R$ 982. Em comparação com os R$ 3.360 mensais de média recebidos pelos professores do Distrito Federal, a diferença é de 242%.
Há cinco anos, os professores do Piauí, com R$ 539, tinham a pior remuneração, enquanto os profissionais de Pernambuco recebiam R$ 701. De 2003 até 2008, os educadores do Piauí viram a sua remuneração dobrar – hoje é de R$ 1.105 – enquanto os profissionais pernambucanos tiveram apenas R$ 281 de aumento.
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Vi no G1.
.. já um vizinho nosso:
Professora e alunos usam os computadores XO durante as atividades em sala de aula. Nos dois últimos anos, 362 mil estudantes da escola pública primária do Uruguai receberam os laptops XO – 70% deles não tinham computadores em casa. (Foto: Reuters)
Computadores nas caixas, antes de serem entregues aos alunos de escolas públicas. Projeto foi concluído nesta semana: agora,
todo estudante da escola pública primária do Uruguai tem seu próprio laptop XO, que pode ser levado para casa. (Foto: Reuters)
A arte de Sumaya Bittencourt é de uma singularidade impressionante. Não só pela imensa qualidade indiscutível em seus versos, mas pela sua ousadia em publicá-los em livro. Sim! Publicar é de uma ousadia imensa. É abrir-se por inteiro para que desconhecidos mergulhem em seu interior sem estar preocupado com absolutamente nada. A autora e a obra vivem um verdadeiro paradoxo. De um lado, a autora afirma: “Nunca me disse poeta” do outro a obra descaradamente lhe contradiz, classificando-a não só como poeta, mas como uma daquelas que verdadeiramente exprimem o sentimento humano. Criar é inerente à vontade do homem, como ser. Criar algo com qualidade é outra história.
Quando falamos ou pensamos no vocábulo ‘viagem’, assomam-nos imagens de paisagens, hotéis, automóvel, avião... Lembramos lugares onde estivemos e ficamos a pensar em tantos outros que sonhamos conhecer.
Nossos senadores fazem do Congresso um verdadeiro front de batalha. São como cães raivosos, doidos para dar bote em seus iguais. Enquanto isso nos, os telespectadores deste circo da mediocridade política, ficamos atônitos com a falta de respeito, não só entre eles, mas conosco que o creditamos poder, como representantes. Não sei quem é o pior: eles que estão lá, ou nós que os escolhemos, achando absolutamente normal o fato de políticos serem, como são.
O pior de todos os sentimentos é a inveja. Não que a irresponsabilidade dos atos seja creditada a ela, mas a sua falta de controle conduz as pessoas para que façam coisas absurdas. Num ambiente corporativo, por exemplo, é notória a falta de competência profissional dos que nutrem esse sentimento. Quando não se consegue o reconhecimento por seus próprios méritos, somado a evidência do profissionalismo de um outrem, o resultado são ações desorientadas da inveja. A ascensão de alguém, aos olhos de quem alimenta este sentimento, é no mínimo frustrante. É o ódio a superioridade, corroendo como ferrugem. O subconsciente trata de gerar o conflito: a dor em saber que sua incompetência não vai lhe proporcionar o reconhecimento por ela (ou para ela?) merecido, o resultado é o que a psicologia chama de formação reativa, mecanismo de defesa dos mais “fracos” contra os mais “fortes”, gerando a disputa por poder e status. O tempo perdido nessa batalha egocêntrica poderia ser aproveitado de outras formas, como por exemplo, no foco em suas virtudes e não nas virtudes de um outro. É neste momento que lembramos daquele velho ditado: “Inveja mata” e mata mesmo.
Vai chegar no Brasil (e em outros nove países) um livro que já vendeu mais de 100 mil cópias na França e foi publicado pela primeira vez em junho do ano passado: “Les tribulations d’une cassière”, algo como “A atribulações de uma caixa”. São as histórias de Anna Sam, uma moça de 29 anos que passou oito anos trabalhando meio período como caixa de supermercado para pagar a faculdade (e sustentar-se, depois que se formou).
Mais de uma vez o presidente Lula jantou em minha casa, antes de assumir a Presidência da República. Naquelas ocasiões, gostaria de ter lhe servido pizzas feitas por mim e que ele tivesse me chamado de um bom pizzaiolo. Usando a palavra como substantivo que se refere a quem faz pizza. Mas sou incompetente para a cozinha: não mereço ser chamado de pizzaiolo. Entretanto, não gostei de vê-lo chamando os senadores de pizzaiolos, usando essa palavra como se fosse um adjetivo para indicar político que acoberta malfeitos e engana o povo. Como político, não me senti atingido, porque nunca participei de qualquer CPI; portanto, nunca fiz “pizzas”, não sou “pizzaiolo”. Mas, como educador, senti obrigação de me manifestar diante da infeliz declaração do presidente.
Uma das peças mais encenadas na história do teatro chega ao Recife neste fim de semana. Hamlet, escrita por William Shakespeare no final do século XVII, será apresentada nestes sábado (27) e domingo (28), no Teatro da UFPE. Com Wagner Moura no papel do Príncipe da Dinamarca, a montagem é dirigida por Aderbal Freire-Filho. A capital pernambucana abre a turnê brasileira da peça, que passou um ano sendo encenada apenas no eixo Rio-São Paulo.
Hoje faz 124 anos que a Estátua da Liberdade chegou a Nova Iorque, o monumento foi um presente dado por Napoleão III, como prêmio aos Estados Unidos após uma batalha vencida contra a Inglaterra.
A Orquestra Sinfônica do Recife se rende ao clima junino e apresenta, nesta terça-feira (9), às 20h, no Teatro de Santa Isabel, o Concerto de São João, com arranjos sinfônicos do cancioneiro da época. O programa traz obras de Luiz Gonzaga e seus parceiros com arranjos de Ciro Pereira, Maestro Duda e Clóvis Pereira. O sanfoneiro Gennaro fará participação como solista, quando interpretará obras do mestre Sivuca.
O Pato Donald, um dos personagens fetiches de Walt Disney, aquele a quem a vida não para de apresentar dificuldades, mas que luta contra a adversidade com a mesma energia desajeitada, festeja nesta terça-feira (8) seus 75 anos.